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Rui Vargas

Pode-se pensar que é tarefa difícil andar por cá há muito tempo e ainda assim ser uma referência para o futuro, mas isso é exactamente o que Rui Vargas representa no panorama da música de dança portuguesa. Sôfrego em partilhar descobertas musicais para um grupo maior que apenas o dos amigos, um jovem Rui dá por si a iniciar a carreira de uma vida: a de homem da Rádio e pouco depois, em 1988, a de DJ - no Frágil, um pequeno e agitado clube que para sempre iria mudar a vida nocturna da capital. Não só ele testemunhou a explosão sonora que o House e Techno tiveram no país mas contribuiu directamente para a mesma, tendo desde o início delineado um estilo distinto para o que faz e que pode ser descrito como a habilidade inata de escolher o melhor disco para qualquer altura, seja numa pequena e íntima pista ou nas tarefas de cabeça de cartaz dos maiores festivais. Isto explica a aparente facilidade com que conduz as suas sessões de 7 horas no mundialmente famoso Lux-Frágil (clube onde desde a abertura, há 23 anos, é residente e programador), bem como as suas actuações em sítios-chave do planeta tais como o Panorama bar e Watergate (Berlim), Ministry of Sound (Londres), D-Edge (São Paulo), Goa (Madrid), Showcase (Paris) ou Kama Kama (Toscânia). Com uma carreira de mais de 25 anos, Rui Vargas continua a sair um dos maiores – e mais apaixonados – divulgadores de música em Portugal, não só enquanto DJ mas também com um programa bi-semanal na rádio Antena 3. Já são muitos anos a ver e ouvir de quase tudo, mas o Rui continua de foco firme no futuro. Agora.


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